Alunos e professores do Laboratório de Conforto Ambiental (Laca) do curso de Arquitetura e Urbanismo, da Escola de Artes, Comunicação e Hospitalidade, da Univali em Florianópolis, desenvolveram uma solução criativa para impedir a incidência direta de radiação solar. Os jovens reutilizaram caixas de leite e suco para criar um quebra-sol (ou brise-soleil), técnica controla iluminação natural e garante melhoria do desempenho térmico. Na solução desenvolvida pelo professor e coordenador do Laca/Univali, e aplicada pelo grupo de alunos do laboratório, durante uma oficina, as caixas de suco e de leite foram cortadas e coladas, em ângulo, para promover, pela área interna do ambiente, a obstrução da radiação solar direta, causar o mínimo de restrição visual e permitir boa admissão de luz natural. Em 2018, o mesmo grupo utilizou técnicas de dobraduras de papel para reduzir a incidência direta de radiação solar em seu próprio laboratório. https://www.univali.br/noticias/Paginas/caixas-de-leite-reutilizadas-viram-elemento-de-controle-solar-em-laboratorio-da-univali.aspx
O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) realiza a pesquisa em 229 pontos dos 500 quilômetros da costa catarinense. Em Florianópolis, dos 85 locais analisados, 68 estão adequados para banho de mar, o que representa 80%. No restante do litoral, do total de 144 pontos em 116 recomenda-se o mergulho. Em relação ao relatório anterior, divulgado em julho, 13 pontos passaram da condição de impróprio para próprio e quatro da condição de próprio para impróprio. As amostragens e ensaios são efetuados nos municípios de Araranguá, Bal. Arroio do Silva, Bal. Gaivota, Bal. Camboriú, Bal. Rincão, Barra Velha, Biguaçu, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Gov. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Balneário Piçarras, Porto Belo e São José. Os relatórios mensais de balneabilidade, a condição de cada praia e o histórico de todos os pontos analisados podem ser acessados em https://balneabilidade.ima.sc.gov.br/ http://www.ima.sc.gov.br/index.php/noticias/1277-balneabilidade-no-litoral-catarinense-tem-melhor-resultado-do-ano
Uma tartaruga-verde foi solta em Florianópolis após ficar um mês e 20 dias em reabilitação. De acordo com o Projeto Tamar, o animal foi pescado por engano em Bombinhas, no Litoral Norte. Dezenas de pessoas assistiram à soltura, feita na praia da Barra da Lagoa. O Projeto Tamar estima que 500 pessoas, entre adultos e crianças, tenham visto o animal retornar ao mar.O réptil solto tem 32 centímetros de casco e pesa 3,5 quilos. Na fase adulta, pode atingir 200 quilos. A tartaruga-verde costuma desovar em ilhas oceânicas, como Fernando de Noronha. O animal foi resgatado pelo Programa de Monitoramento de Praias e tinha marcas de rede no pescoço e nas nadadeiras, segundo o Projeto Tamar. https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/08/24/tartaruga-resgatada-em-rede-de-pesca-e-solta-em-florianopolis-apos-reabilitacao-videos.ghtml
As baleias foram avistadas na praia do Morro das Pedras, em Florianópolis, segundo o Instituto Australis. A suspeita é que a espécie semi-albina era uma fêmea, por ser cortejada pelas demais baleias. As imagens foram feitas por drone antes do acasalamento. As baleias-francas semi-albinas geralmente são machos, por uma característica genética, mas há ocorrência de fêmeas do tipo na Argentina e na África do Sul. Ainda segundo o Instituto Australis, no litoral catarinense não é comum o acasalamento das baleias, já que a região é mais usada para o nascimento e cria dos filhotes. Na última semana, segundo o instituto, 36 baleias-francas foram vistas em Santa Catarina. Em setembro será feito um sobrevoo no estado para contabilizar espécimes. https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2019/08/26/baleia-franca-semi-albina-e-outras-tres-sao-avistadas-em-florianopolis-video.ghtml